Notícias, Turismo

Na Colômbia, Santa Marta tem centro colonial e parque nacionais

Espremida entre o Mar do Caribe e a Sierra Nevada, a cidade tem centrinho colonial, comida boa, mar magnético, trekking…

A parte arrumada do centro de Santa Marta (Christian Heeb/Laif/Reprodução)

Como outras localidades colombianas, Santa Marta, capital do estado de Magdalena, é resiliente e, nos últimos 20 anos, fez a violência e o narcotráfico darem lugar a um renascimento urbano, que trouxe hotéis, restaurantes, bares e casas noturnas.

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Cultura, Notícias, Turismo

Os Dez Mandamentos do Viajante

Correspondente do Estadão aceitou o desafio e elencou os dez passos para se tornar melhor no que ele faz muito bem: viajar

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Da ensolarada costa croata, onde recupera o bronzeado adquirido em El Alamein durante a caçada a Rommel na 2.ª Grande Guerra, o correspondente britânico manda suas considerações semanais. Mr. Miles conta que o povo da Croácia é muito gentil e exageradamente patriota. “My God: por toda parte veem-se bandeiras quadriculadas hasteadas, sugerindo aos visitantes que encontrarão cantinas atrás de cantinas.”

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Cascais, Europa, Portugal

A Boca do Inferno | Cascais, Portugal

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Cascais, sexta-feira, 11 de novembro de 2016 (16° dia).

E VOLTAMOS PARA A BEIRA DO MAR


Acordamos com a esperança que o tempo estivesse melhor, mas nada feito. Nublado e com possibilidade de chuva. “Ok, vamos assim mesmo”. Depois de nos despedirmos da família do João, que estava indo viajar, tomamos um café no Esplanada/Bar Alcatruz, na costa de São João do Estoril, com uma visão incrível para o Forte de Santo António da Barra e do mar. De brinde ainda pudemos contemplar a visita de um cardume de golfinhos!

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Música, Road Music, Wanderlists

St. Jude | Florence + The Machine

(Florence Welch)

Another conversation with no destination
Another battle, never won
Each side is a loser
So who cares who fired the gun?

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América do Sul, Chile, San Pedro de Atacama

ATACAMA: DUNA MAYOR,  ANFITEATRO E TRES MARÍAS

 

 

San Pedro de Atacama, quinta-feira, 26 de novembro de 2015 (3° dia).

 

A essa altura, depois do esforço feito para atravessar as cavernas, o soroche já tinha vindo com força total. Com certa dificuldade eu tentava acompanhar Juan, os portugueses e Daneri – peruana que veio tentar a vida no aquecido mercado turístico de San Pedro de Atacama – na subida de uma duna gigantesca conhecida como Gran Duna ou Duna Mayor. Do alto, é possível apreciar a magnitude de um conjunto de rochas conhecido como Anfiteatro. Impossível não ficar boquiaberto com a paisagem deslumbrante.

 

Tres Marias é o nome dado a crestas afiadas que brotam do solo e que são compostas por granito, argila, quartzo e outras pedras. Depois de sermos apresentados às famosas “Três Marias” pelo Juan, Gonçalo, o português mais atentado, observou que no entorno, além das três havia mais uma dezena de “Marías”.

 

Andarilho

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América do Sul, Chile, San Pedro de Atacama, Santiago

Chile 2015 | Impressões


AS PESSOAS


Chilenos são um pouco mais formais que seus pares peruanos, argentinos e uruguaios. Não chega ao ponto de serem chatos, mas durante a viagem vez ou outra eu senti um pouco de falta daquele “oba oba” típico dos latino-americanos. No geral são bem-educados, profissionais e bem receptivos aos turistas.

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Plaza de Armas de Santiago

CÂMBIO


No período em que estive no Chile (novembro de 2015), o real valia cerca de 200 pesos chilenos. Em Santiago o custo de vida é mais ou menos parecido com o do Rio de Janeiro, talvez um pouco mais caro em alguns setores, mas nada exorbitante. A Calle Agustinas é o paraíso das casas de câmbio na cidade. Em San Pedro de Atacama, por ser um lugar basicamente turístico, as coisas são normalmente mais caras – comer principalmente – mas nada que fuja da realidade. Mas não precisei fazer câmbio em San Pedro.

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Pesos chilenos

CLIMA


Santiago é bem fria à noite, vá bem equipado. Fui preparado para encarar temperaturas exorbitantes no deserto do Atacama, mas felizmente, não achei nada que já não conhecesse no tórrido verão carioca. Claro, muito mais aridez e poeira, mas sem “perrengues”. Alguns passeios em San Pedro chegam a quase 5.000 metros de altitude, então é bom carregar um comprimido para mal de altitude. Comprei um chamado Mareamin em uma farmácia perto do albergue em Santiago.

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Geysers del Tatio, San Pedro de Atacama

TRANSPORTE


Os meios de transporte no Chile funcionam muito bem. Táxis, ônibus e metrôs são eficientes em Santiago. Em San Pedro o transporte basicamente se resume a bicicletas (muito bem-vindas!) e os transfers igualmente eficientes feitos pelas agências de turismo. Voltando de Santiago perdi meu voo por questão de minutos. Eles são pontuais e bem chatos com voos internacionais.

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Aeroporto Internacional de Santiago

GASTRONOMIA


Pisco! No Chile bebi todos os piscos sours que não havia perdido no Peru (Risos). A “caipirinha” deles é tão boa quanto a nossa. Não comi nada muito típico do Chile, mas os sanduíches costumam ser bons nos restaurantes. A comida de rua deixa um pouco a desejar em comparação com outros países. Bem sem graça… Com exceção para as empanadas! As empanadas chilenas, sejam fritas ou assadas, também são ótimas!

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Lomo a lo Pobre

VIDA NOTURNA


Por opção eu não me permiti uma vida noturna muito agitada em Santiago. Na única noite em que fiquei na cidade (uma terça-feira) me limitei a procurar lugares para comer nos arredores. Já em San Pedro, qualquer oportunidade para interagir foi devidamente aproveitada nos restaurantes-bares Gord2 e Barros, nos albergues vizinhos e em reuniões inusitadas no meio do deserto à noite… Uma loucura!

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Entrada do Restaurante Barros, San Pedro de Atacama

ATRAÇÕES TURÍSTICAS


Santiago possui boas opções de entretenimento, principalmente culturais e ao ar livre. Museus, mirantes, parques, centros culturais fazem da cidade uma boa opção turística, mas nada que se compare à maravilhosa San Pedro de Atacama. Ali, as possibilidades são quase infinitas: gêiseres, lagoas, salares, vulcões, ruínas, além de fauna e flora únicas. Tudo isso em um clima desértico de altitudes variadas. Monotonia zero!

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Laguna Tebinquinche, San Pedro de Atacama

Encerro os relatos sobre o Chile já saudoso do deserto… Foi uma experiência tão intensa quanto chegar à Machu Picchu, no meio das montanhas peruanas. Mas da próxima vez tentarei incluir a Ilha de Páscoa no roteiro!

Para ver os relatos completos sobre o Chile, clique AQUI!

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Se precisare de ajuda com algo mais específico, basta enviar um e-mail para superandarilho@outlook.com.

Abraços e boas trips!

 

América do Sul, Chile, San Pedro de Atacama

Salar de Tara | San Pedro de Atacama, Chile

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Chegada ao Salar de Tara em San Pedro de Atacama, Chile
San Pedro de Atacama, segunda-feira, 30 de novembro de 2015 (7° dia de viagem).

SALAR DE TARA


O Salar de Tara, como a maioria dos sítios na região de San Pedro, tem paisagens praticamente alienígenas. Alguns minutos depois dos Monjes de la Pacana avista-se ao longe as formações conhecidas como Catedrales de Tara, uma cadeia rochosa erodida pelo clima extremo. Ao fundo, e quase como uma espécie de prêmio, aparece o majestoso Salar de Tara. É com essa vista magnífica que nos preparamos para um almoço improvisado.

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América do Sul, Chile, San Pedro de Atacama

Los Monjes de la Pacana | San Pedro de Atacama, Chile

San Pedro de Atacama, domingo, 29 de novembro de 2015 (6°dia).

DIA DE DESCANSO


Pensando no resultado que teria a noite anterior, estrategicamente transferi meu tour do domingo para segunda-feira, elegendo o domingo como minha folga na viagem. Aproveitei para colocar as contas em dia, organizar a zona que estava meu quarto e comprar algumas coisas no minimercado próximo ao albergue.

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América do Sul, Chile, San Pedro de Atacama

ATACAMA: SOCAIRE

 

 

San Pedro de Atacama, sábado, 28 de novembro de
2015 (5°dia).

 

Depois de conhecermos
as incríveis lagunas, paramos alguns minutos no pequeno povoado de Socaire, a
86 km de San Pedro. Uma pequena igreja e um campanário de argila chamam a
atenção dos turistas para o lugar que, aparentemente, ficou estacionado em
algum momento remoto do tempo.

 

Andarilho

 

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ATACAMA: SALAR E TOCONAO

 

 

San Pedro de Atacama, sábado, 28 de novembro de 2015 (5°dia).

 

SALAR DE ATACAMA

 

Saindo de
Socaire, ainda na Ruta del Desierto, meus amigos portugueses fizeram questão de
lembrar o guia de parar na placa do Trópico de Capricórnio para tirarmos fotos.
Esse foi um dos momentos mais divertidos uma vez que precisávamos fugir dos
carros em busca do melhor ângulo para as fotos fora a sensação única de estar
num marco geográfico estupendo!

DICA: Em direção ao Salar de Atacama, peça para o guia dar
uma parada estratégica na placa do Trópico de Capricórnio que cruza a Ruta del
Desierto.

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Chegamos
por volta do meio dia ao Salar (um bom horário para estar no meio do deserto,
não?). Logicamente, o calor era absurdo, mas nada que um “carioca da gema” não
tenha experimentado no verão brasileiro.

A paisagem
é uma das mais surreais que já vi. Um deserto imenso de sal ao redor da Laguna
Chaxa, hábitat natural dos flamingos chilenos, andinos e de james.

Na entrada
do salar existe um centro de visitantes com sombra suficiente para poupar os
mais calorentos, um pequeno museu e banheiros. Nesse centro podemos ver os
pequeníssimos seres vivos que constituem a dieta básica dos flamingos.

TOCONAO

Toconao é
mais um vilarejo incluído no tour das
Lagunas Altiplanicas. Paramos sob a sombra das árvores de uma pequena praça
para descansar e tirar algumas fotos. Dali voltaríamos aos respectivos
albergues para um breve descanso antes do próximo tour.

 

Andarilho

 

 

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ATACAMA: LAGUNAS ALTIPLANICAS

 

 

 

 

San Pedro de Atacama, sábado, 28 de novembro de
2015 (5°dia).

 

LAGUNAS ALTIPLANICAS (MISCANTI E MEÑIQUES)

Acordei
um pouco mais tarde, por volta das 8h. O transfer
do Juanito me pegou às 8h30 com Gonçalo, João e mais duas hóspedes do Kirckir a
bordo. Devido à variedade de fauna e flora, o caminho para as lagoas já é um
atrativo a parte. À medida que prosseguimos pela Ruta 23 em direção ao sul, a
paisagem desértica parece infinita.

Depois de,
aproximadamente, 1h de viagem chegamos à entrada das lagunas para um desjejum
simples, mas eficiente: pão típico da região com presunto e queijo, manteiga,
geléias, biscoitos, café, chás e barrinhas de cereais.

Apesar
das Lagunas Altiplanicas ficarem a quase 5.000 m de altitude, os efeitos do soroche estavam mínimos. Eu também
estava fazendo a minha parte: alimentação frequente, respiração digna de um
yogue e sem esforços físicos desnecessários. Gonçalo, que é médico, mede nosso
nível de oxigênio com um pequeno aparelho portátil. O meu estava em 79% contra
95% do nosso guia, único local do grupo.

Tanto a
imensa Laguna Miscanti quanto a menor, Meñiques, que herdaram seus nomes dos
respectivos vulcões que as originaram, tem cores dignas de cartão postal. O
azul do céu misturado com os tons de verde e amarelo da vegetação combinam  perfeitamente com o branco dos topos nevados
e agrada mesmo os mais exigentes dos visitantes.

Nas
margens encontramos uma fauna exuberante e protegida. Vicunhas passeiam em
grupo alimentando-se da vegetação rasteira, lagartos rastejam entre as rochas e
ainda uma infinidade de aves fazem das lagoas um viveiro interessante e
harmônico. Permanecemos por não sei quanto tempo tirando fotos e depois nos
mandamos para a estrada novamente.

 

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ATACAMA: LAGUNAS CEJAR E TEBINQUICHE

 

 

San Pedro de Atacama, sábado, 28 de novembro de 2015 (5°dia).

 

LAGUNA CEJAR E LAGUNA DE PIEDRA

30 km
separam San Pedro de Atacama da Laguna Cejar, um lugar propício para uma tarde
de relaxamento. Depois de vinte minutos de caminhada por um terreno arenoso,
chegamos a um casebre onde pagamos a entrada tanto para a Laguna Cejar quanto
para a Laguna de Piedras, onde de fato podemos mergulhar.

O atrativo
dessas lagoas é a similaridade que têm com o Mar Morto. Devido a altíssimas
concentrações de sal, não se pode afundar nessas águas fazendo com que o corpo
boie independente da grande profundidade.

Confesso que fiquei
um pouco decepcionado, primeiro pelo preço alto da entrada (17.000 pesos
chilenos), pela curta estadia que teríamos e pelo tempo, que por estar nublado
não estava tão convidativo para um mergulho como no dia das Termas de Puritama.
Ainda assim é um passeio que vale a pena (se feito cedo e com sol suficiente).

 

 

OJOS DEL SALAR

Depois de
tirar os 10 kg de sal do corpo em um chuveiro de água geladíssima, fomos
conhecer duas lagoas de água doce perfeitamente circulares chamadas Ojos del
Salar ou Ojos de Tebinquiche. Estrangeiros loucos se atiravam nas águas calmas
– e provavelmente gélidas – das lagoas enquanto a maioria satisfazia-se em
apenas registrar a aventura.

LAGUNA TEBINQUICHE

A Laguna
Tebinquiche seria o destino final desse tour.
E que gran finale! Chegamos no fim da
tarde em um lugar de panorama espetacular (ok, sei que já falei isso outras
vezes, mas é o Atacama, galera!). Com características parecidas à Laguna Chaxa,
esta também depende dos degelos e das chuvas anuais.  No pôr do sol, Juanito, nosso guia, ao som de
Apesar de
Você
” de Chico Buarque, nos serve um coquetel de
Pisco Sour acompanhado de batatas chips e tremoços. Inesquecível!

 

ANIMITAS E ALMAS PENADAS

Em algum
momento do nosso retorno, perguntei a Juan sobre as cruzes que enfeitam as
estradas. Ele disse que são pequenos santuários dedicados às muitas vítimas de
acidentes automobilísticos por esses lados.

Aproveitou
para contar a história de quando voltava uma vez à noite de Calama para San
Pedro e avistou alguma coisa no meio da estrada. Parou para verificar o que era
e ao olhar para o lado viu uma figura feminina próxima a uma dessas animitas.
Ele jura que em questão de segundos a figura evaporou da sua frente enquanto
ele voltava para o carro e arrancava na maior velocidade possível apavorado!
Si-nis-tro!

 

PISCO SOUR NO GORD2

Havia
combinado novamente um happy hour com
Mary e Mariano, mas cheguei tarde do tour
e nos desencontramos mais uma vez…  Encontrei
com Juan, Gonçalo, João e Karina (a nova recepcionista) no Kirckir e de lá
tentamos em vão entrar no Barros, o barzinho mais badalado de San Pedro. Já
estava lotado!

A menos de
uma quadra de distância, entramos no Gord2 para comermos algo. Eu optei por um
sanduíche que não me lembro o nome, mas que estava bem gostoso, e um Sprite
antes de entrar na rodada de piscos.

Pisco Sour
é a caipirinha chilena e peruana, preparada com pisco, clara de ovo, limão e
açúcar. Os dois países disputam a origem da bebida destilada à base de uvas.
Independentemente, no Chile ou no Peru, o Pisco Sour é uma delícia! Nessa
noite, dois foram o suficiente! (risos).

 

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ATACAMA: GEYSERS DEL TATIO

 

 

San Pedro de Atacama, sexta-feira, 27 de novembro de 2015 (4° dia).

 

 

GEYSERS DEL TATIO

 

Para visitar os Geysers de El Tatio (que significa “O velho que chora”), terceiro maior campo de gêiseres do mundo, é necessário uma certa disposição. O melhor horário para a observação do fenômeno é ao amanhecer, por isso, o tour começa às 4h30 da manhã (!) e termina um pouco depois do início da tarde.

Agravantes: devido à altitude (4.320 m acima do nível do mar) além de podermos sofrer com o conhecido soroche, o mal de altitude, a temperatura na chegada – por volta das 6h da manhã – costuma estar sempre abaixo de zero! Mas, no geral, é um passeio que compensa muito.

No trajeto tivemos a sorte de vermos um puma ao amanhecer! Segundo María, a guia, muitos locais passaram a vida ali sem nunca ter visto alguns animais, sendo o puma um dos mais raros. Durante o mesmo trajeto seríamos agraciados com a presença de muitos outros animais selvagens, tais como vicunhas, parentes das lhamas, alpacas e guanacos; vizcachas, um tipo andino de lebre; suri, espécie de avestruz; além de uma infinidade de aves.

 

CAMPO GEOTÉRMICO

 

Gêiseres são colunas de vapor que em algumas localidades emanam da terra. O fenômeno ocorre devido ao aquecimento de águas subterrâneas pela lava vulcânica. Nesse processo, a água fervente é expelida através de fissuras na terra, podendo alcançar até 10 metros de altura.

O campo geotérmico é formado por aproximadamente 40 gêiseres em uma extensão de 3 km quadrados.

Depois do amanhecer, após muitas fotos e explicações da guia, tomamos um bom café da manhã e, quem quis, pôde cair na piscina termal que fica no mesmo local.

 

PISCINA TERMAL

 

Como na maioria dos passeios turísticos, nesse aconteceu um entrosamento bem legal entre os participantes, independente da nacionalidade. Nosso grupo era formado por brasileiros, franceses, ingleses, argentinos…

Nesse tour, especificamente, conversei muito com um casal de senhores ingleses, Gill e Clive e um casal de amigos, Mary, brasileira também do Rio de Janeiro, e Mariano, argentino de Buenos Aires. Com esses dois últimos loucos, que por pouco não formam uma dupla sertaneja (Mary e Mariano), eu decidi encarar o frio e cair na piscina termal do Tatio.

 

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ATACAMA: TERMAS DE PURITAMA

 

 

San Pedro de Atacama, sexta-feira, 27 de novembro
de 2015 (4° dia).

A 30 km
de San Pedro, na direção das Termas de Puritama se encontra a
“quebrada” de Guatin, um canyon rochoso onde atravessa um rio de
águas tépidas (devido à união do Rio Puritama de águas termais e o Purifica de
águas geladas) ideal para refrescar-se em dias de verão.

Como eu
tinha marcado de almoçar com a Mary e o Mariano, excepcionalmente iria pegar o transfer no centro de San Pedro. Acabou
que nos desencontramos e optei por um restaurante perto da agência de turismo,
o Sol Inti. Comi desesperadamente rápido um ravioli à bolonhesa (muito bom, por
sinal) e fui pegar o transfer para as
Termas de Puritama.

Seguindo
algumas dicas, escolhi o horário da tarde durante a semana por ser mais barato
e – teoricamente – mais vazio. Cheguei por volta das 14h30 e permaneceria mais
ou menos umas três horas nas termais. Era o suficiente para relaxar e repor as energias.

As águas
das piscinas termais de Puritama oscilam entre 25°C e 30°C e sua queda forma
poções escalonados ligados por decks,
escadas e passarelas de madeira.

Outra
dica que segui foi a de evitar a multidão dos primeiros poções e descer para os
últimos. Deu certo na primeira hora (havia somente eu e mais um casal), mas
depois chegou um grupo enorme de turistas que praticamente ocupou toda a última
piscina. Tive que me mudar…

As termas
fecham às 17h30 e, depois de passar um bom tempo submerso, peguei o transfer de volta a San Pedro. Na van,
notei algo inusitado: devido à altitude, é comum encontrarmos oxigênio
medicinal nos veículos.

Nesse dia
eu dormi cedo,  pois estava relativamente
cansado, já que havia acordado às 4h da madrugada. O dia seguinte teria que
madrugar também para conhecer as Lagunas Altiplanicas.

 

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ATACAMA: CANYON E CAVERNAS DE SAL

 

 

 

 

San Pedro de Atacama, quinta-feira, 26 de novembro de 2015 (3° dia).

 

 

Depois de pedalar de volta até o albergue, esperei algum tempo até a chegada do carro que me levaria ao primeiro tour, o Valle de la Luna, a 4km de San Pedro. Juan, era o nome do guia e logo na entrada da van conheci dois portugueses loucos, Gonçalo e João. Na bilheteria do vale, aproveitei para comer mais uma empanada gigante com o intuito de amenizar os efeitos do soroche, ou mal de altitude, que começavam a se manifestar (já era hora…).

 

A primeira parada do tour foi no Canyon de Sal. Devido às pedras pontiagudas, eu consegui arrebentar a sola do meu tênis em menos de meia hora. No Canyon de Sal, passamos por cavernas estreitas e escuras. A paisagem “lunar” é de tirar o fôlego (no meu caso, literalmente).

 

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ATACAMA: VALLE DE LA LUNA

 

 

San Pedro de Atacama, quinta-feira, 26 de novembro de 2015 (3° dia).

 

PÔR DO SOL NA ROCA DEL COYOTE

 

Seguimos pelo vale até o mirante da concorrida Pedra do Coiote (não existem coiotes no local, o nome é uma alusão ao coiote do desenho animado, perseguidor do Papaléguas). Chegamos mais cedo que os outros grupos, então pudemos aproveitar para tirar algumas fotos boas antes que a multidão de turistas invadisse o local – o que não demorou muito a acontecer, afinal estávamos em uma das paisagens desérticas mais conhecidas e admiradas do mundo.

A essa altura, por volta das 19h30, nem os portugueses figuraças conseguiram fazer meu bom-humor voltar. Mesmo depois de ter tomado três comprimidos, altitude misturada com o cansaço e o frio não me deixaram aproveitar completamente a visão perfeita daquele canyon. Mas o pôr do sol no Vale da Lua é, de longe, um dos mais bonitos que eu já vi na vida!

 

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América do Sul, Chile, Geral, San Pedro de Atacama

Pukará de Quitor | San Pedro de Atacama, 2015

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Mirador de Pukará de Quitor
San Pedro de Atacama, quinta-feira, 26 de novembro de 2015 (3° dia).

FECHANDO OS PASSEIOS COM ABEL


Ao acordar, conheci Abel, marido de Karyn e pai do tímido Moisés, o garotinho dos desenhos. Foi com ele que fechei meu roteiro em San Pedro de Atacama. Começaria com um tour gratuito de bike à Pukará de Quitor e às 16h conheceria o famoso Valle de la Luna.

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América do Sul, Chile, San Pedro de Atacama

A Chegada | San Pedro de Atacama, 2015

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Estrada para San Pedro de Atacama

 

San Pedro de Atacama, quarta-feira, 25 de novembro de 2015 (2° dia).

 CALAMA


O aeroporto mais próximo de San Pedro é o Aeroporto El Loa, de Calama, a mais ou menos 103 km/1h de distância. Cheguei por volta de 17h30 e já na saída haviam várias empresas oferecendo transfers até San Pedro.

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Estacionamento do Aeroporto El Loa, Calama, Antogafasta

 

Me informei com uma funcionária da Sky Airline, empresa aérea que usei para ir de Santiago a Calama, e descobri que daria no mesmo se fosse de transfer ou pegasse um táxi até a rodoviária e de lá um ônibus: mais ou menos 20.000 pesos (ou R$100,00) ida e volta. E por falar em Sky Airline, uma dica…


DICA: Compre a passagem diretamente pelo site chileno da empresa, sai muito mais em conta que na Decolar, por exemplo (cerca de um terço do valor!).


Mas a mesma funcionária me disse que alguns motoristas chegavam a cobrar até 50.000 pesos pelo mesmo trajeto, um verdadeiro roubo! Fechei com a  Transvip, uma das muitas agências disponíveis, e peguei o transfer no estacionamento do aeroporto.

O  encanto pelo deserto já começa na estrada. Turbinas eólicas, a vegetação e a topografia do lugar formam paisagens únicas.

Ainda estava com um baita sono e em determinado momento apaguei ao som de algum sucesso internacional de rock (o motorista tinha uma preferência musical, digamos, bem definida). Ao acordar, dei de cara com o vulcão Licancabur. Era um indício de que estávamos próximos a San Pedro de Atacama.


SOZINHO NO HOSTAL ALABALTI


O motorista do transfer não conhecia meu albergue, o Hostal Alabalti. Claro, nem sequer havia letreiro ou placa na entrada. Somente o endereço com letras minúsculas (Paso Jama 748). Mau sinal… Cheguei por volta de 18h30 e fui recebido pela Jenny (não sei se é assim que se escreve), uma senhora peruana. No salão do albergue um garotinho assistia a desenhos – logicamente – em espanhol…

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O Hostal Alabalti: impossível de identificar…
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Pepa Pig influenciando gerações por toda a América Latina

 

Jenny me levou até meu quarto compartilhado, que para minha surpresa não tinha quatro camas, apenas duas. Eu achei o quarto bem bonitinho, apesar do cheiro de pintura recente.

“Quantos hóspedes tem no hostel?” pergunto a Jenny. “Apenas você”, ela respondeu. Confesso que o sentimento nessa hora foi dúbio. Alívio, por não ter que dividir banheiro, WiFi e o quarto com mais ninguém e desespero por não ter ninguém além da família dela para interagir.

Algum tempo depois, Jenny me explicaria que tem um albergue principal, o Kirckir, mais próximo do centro de San Pedro, em que os hóspedes preferiam ficar. A princípio fiquei tentado a me mudar também, mas a questão da exclusividade e da privacidade prevaleceram.

Mais tarde, Karyn – que deve ser filha ou irmã mais nova de Jenny – veio me apresentar os tours disponíveis e seus preços. Fiquei de definir um roteiro até o dia seguinte.

PONTOS POSITIVOS: Privacidade; clima familiar e informal; tranquilidade e silêncio por ser afastado do centro; WiFi gratuito; água quente; bom custo-benefício, equipe atenciosa; agendamento de passeios diretamente no hostel; aluguel de bicicletas; comércio próximo; limpeza.

PONTOS NEGATIVOS: WiFi ineficiente; sem café da manhã; um pouco afastado demais do centro; não oferece toalhas.

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Companheiro de cigarro

 


JANTANDO NA CARACOLES


Depois de caminhar mais ou menos uns quinze minutos, com uma lua cheia lindíssima como plano de fundo, chego a Calle Caracoles, principal rua de San Pedro. Com uma infinidade de opções de restaurantes, tento me orientar mais pelos preços que pelo cardápio.

No fim, acabei em um restaurante chamado Casa de Piedra onde comi um lomo a lo pobre (bife a cavalo, arroz e batatas fritas) acompanhado de um Sprite.

A Calle Caracoles é a “Presidente Vargas” de San Pedro. Nela encontramos tudo: agências de turismo, restaurantes, bares, caixas eletrônicos (sim!), armazéns, mercados populares etc. Só não vi muitas casas de câmbio, mas também não precisei de uma… E por ela eu tentaria me orientar nos próximos dias.

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Calle Caracoles à noite
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Calle Caracoles
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Calle Caracoles

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Igreja de San Pedro

 

 

A seguir: Pukará de Quitor

América do Sul, Chile, Santiago

Museu Chileno de Arte Precolombino | Santiago, 2015

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Santiago do Chile, quarta-feira, 25 de novembro de 2015 (2° dia).

CAFÉ NO HOSTEL


O café do Che Lagarto, como disseram, estava muito bem servido, com direito a pão, queijo, presunto, geléias, sucos, frutas etc. O mesmo fica disponível a partir das 7h até às 10h. No café do albergue conheci duas figuras inglesas, aparentemente, muito gente boa. Disse-lhes que estava indo para o Atacama e eles pediram detalhes. Pelo jeito, estavam pensando na possibilidade.

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América do Sul, Chile, Santiago

Cerro San Cristóbal | Santiago, 2015

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Costanera Center

 

Santiago do Chile, terça-feira, 24 de novembro de 2015 (1° dia).

CERRO SAN CRISTÓBAL


Como eu ficaria pouco tempo em Santiago, precisava conhecer um lugar que tivesse um bom panorama da cidade. Depois de caminhar um pouco perdido pelo bairro de Bella Vista, descobri que o tal teleférico ficava dentro do zoológico da cidade. Paguei 2.000 pesos (uns R$ 10,00) por um ingresso com direito a ida e volta.

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América do Sul, Chile, Santiago

Plaza de Armas | Santiago, 2015

 

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Catedral de Santiago

 

Santiago do Chile, terça-feira, 24 de novembro de 2015 (1° dia).

BORIS, O TAXISTA


Chegando a Santiago eu estava tão cansado de horas e horas de viagem que, logo após fazer o câmbio inicial, resolvi pegar um táxi (eu estava virado, o primeiro vôo foi às 5h20 da manhã e cheguei ao aeroporto às 3h). Mas não peguei até combinar um preço razoável. O rapaz que negocia para os taxistas no aeroporto queria que eu pagasse 15.000 pesos chilenos (algo em torno de R$ 78,00), eu disse que pagaria 12.000, mas fechamos por 13.000.

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América do Sul, Chile, San Pedro de Atacama, Santiago

Chile 2015 | Preparativos

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Cappuccino superfaturado do aeroporto do Galeão

 

Rio de Janeiro, terça-feira, 24 de novembro de 2015.

TRAGÉDIAS PARISIENSES, TRAGÉDIAS MINEIRAS


Aeroporto do Galeão, 4:20 (!) da madrugada, aguardo meu voo-conexão para São Paulo. Sampa é quase sempre minha primeira parada em vôos internacionais. Ainda sob efeito do histórico show do Pearl Jam no estádio do Maracanã, minha playlist eclética me traz Sam Smith aos ouvidos: “Restart”. O que eu considero como um presságio, se bom ou ruim, só saberei de fato no dia primeiro de dezembro.

Há onze dias o Estado Islâmico realizou um atentado de grandes proporções em Paris. Eventos bizarramente sincronizados deixaram um saldo de cento e trinta mortos e outras centenas de feridos na Cidade Luz, a maioria dentro da casa de shows Bataclan. O mundo ficou boquiaberto mais uma vez com a capacidade humana de cometer atrocidades contra sua própria espécie.

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Brasil, Paraty, Praia do Sono

Praia do Sono | Paraty (RJ)

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Praia do Sono, sábado, 4 de abril de 2015.

A Praia do Sono fica ao lado da Vila de Trindade, lugar paradisíaco que tive o prazer de visitar algumas vezes. Apesar disso, nunca consegui estender a visita até a famosa comunidade caiçara, fosse pelo mau tempo, o medo de barcos ou simplesmente a preguiça de fazer uma trilha de, aproximadamente, uma hora. Aproveitei os 75% do feriado da Semana Santa para conhecer o vilarejo que mais me pareceu uma aldeia hippie entre o mar e a Mata Atlântica.

Saímos da Rodoviária Novo Rio, no Rio de Janeiro às 4h da manhã com destino à Paraty, no sul do estado (fui com um casal de amigos). Depois de um pouco mais de três horas de viagem, descemos na cidade colonial e aproveitamos a proximidade de um mercado para fazer algumas compras essenciais para um camping: comida – leia-se “macarrão instantâneo” – e água. Depois de um salgado na pastelaria chinesa em frente à rodoviária como desjejum, pegamos um ônibus com destino à Laranjeiras, condomínio de luxo onde tem início a trilha que leva à Praia do Sono.

A trilha é puxada no início, pelo menos vinte minutos de subida consideravelmente íngreme, mas depois fica mais amena. Depois de quase uma hora de caminhada pela Mata Atlântica, chegamos finalmente a um vilarejo-camping com cerca de 1km de extensão em uma praia maravilhosa.

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Como a praia inteira é formada por campings, restaurantes e algumas pousadas, não encontramos grandes dificuldades para nos instalar e almoçar logo em seguida. O lugar é bem pequeno, uma das muitas vilas de pescadores da Costa Verde (que aliás, deve ser a única unanimidade entre paulistas e cariocas), mas conta há mais ou menos cinco anos com energia elétrica e melhorias na infraestrutura. Em seu “centro” encontramos uma igreja e uma escola. No final, perto da trilha que leva à Praia de Antigos, desagua um rio que me fez lembrar instantaneamente da Praia de Dois Rios, em Ilha Grande.

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À noite os atrativos são os mesmos de outros vilarejos à beira-mar: bebida e música ao vivo. Como passaria apenas uma noite, tentei aproveitar o máximo possível. Começamos em um bar que tocava reggae ao vivo  e terminamos em outro cujo foco era forró (na verdade, quase um “forreggae”…) e estava bem mais cheio e animado que o primeiro.

Praia de Antigos, domingo, 5 de abril de 2015.

No dia seguinte, fizemos a trilha até Antigos, a praia que fica ao lado do Sono. A trilha que leva até lá é bem íngreme, mas percorremos os cerca de trinta minutos de caminhada com relativa facilidade.

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A praia também é bem bonita, possui uma piscina natural de água doce no início e faz parte do circuito de trilhas que leva até Paraty. Justamente fazendo esse trajeto – contrário – conhecemos dois alemães, Andreas e Axel. Os loucos fizeram parte do caminho de barco e estavam caminhando há três dias, acho…

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De volta à Praia do Sono, nosso almoço de Páscoa foi com nossos novos amigos em um dos muitos restaurantes à beira mar. Já que tanto os alemães, quanto meus companheiros de camping só voltariam ao Rio de Janeiro no dia seguinte, parti sozinho em um barquinho de volta à Laranjeiras, onde pegaria o ônibus novamente em direção à Paraty e de lá, de volta à Rodoviária Novo Rio.

Cinema, Road Movies, Wanderlists

Tracks | John Curran, 2013

Tracks


SINOPSE


1997,  a jovem Robyn Davidson (Mia Wasikowska) embarca em uma caminhada de 2.700 quilômetros pelo deserto da Austrália, partindo de Alice Springs. Acompanhada pelo fotógrafo do National Geographic, Rick Smolan (Adam Driver), documentando toda a viagem, por seu fiel cachorro e mais quatro camelos, ela pretende chegar até o Oceano Índico. Baseado no livro de Robyn Davidson, de mesmo nome.

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Cinema, Road Movies, Wanderlists

Livre | Jean-Marc Vallée, 2014


SINOPSE


Após a morte de sua mãe, um divórcio e uma fase de autodestruição repleta de heroína, Cheryl Strayed (Reese Witherspoon) decide mudar e investir em uma nova vida junto à natureza selvagem. Para tanto, ela se aventura em uma trilha de 1100 milhas pela costa do oceano Pacífico.

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Cinema, Road Movies, Wanderlists

Nebraska | Alexander Payne, 2013


SINOPSE


Woody Grant (Bruce Dern) é um homem idoso que acredita ter ganho US$ 1 milhão após receber pelo correio uma propaganda. Decidido a retirar o prêmio, ele resolve ir a pé até a distante cidade de Lincoln, em Nebraska. Percebendo que a teimosia do pai o fará viajar de qualquer jeito, seu filho David (Will Forte) resolve levá-lo de carro. Só que no caminho Woody sofre um acidente e bate com a cabeça, precisando descansar. David decide mudar um pouco os planos, passando o fim de semana na casa de um de seus tios antes de partir para Lincoln. Só que Woody conta a todos sobre a possibilidade de se tornar um milionário, despertando a cobiça não só da família como também de parte dos habitantes da cidade.

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