Cultura, Notícias, Turismo

Qual é a origem dos nomes dos países da América do Sul?

América do Sul

HOMENAGEM AO DESCOBRIDOR

Colômbia significa algo como “Terra de Colombo”, numa homenagem óbvia ao navegador italiano Cristóvão Colombo (1451-1506), que, como todo mundo sabe, descobriu o continente americano em 1492.

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Imigração, Notícias

Com alta procura, Uruguai freia pedidos de residência permanente

Uruguaios comemoram o título sul-americano sub-20 de futebol em Montevidéu, em fevereiro passado

via Com alta procura, Uruguai freia pedidos de residência permanente – 05/03/2017 – Mundo – Folha de S.Paulo

América do Sul, Brasil, Rio de Janeiro

Reserva do Pau da Fome, Parque Estadual da Pedra Branca, Rio de Janeiro (RJ), #Brasil

 

Brasil, Morro de São Paulo

Morro de São Paulo | Brasil

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Morro de São Paulo, Bahia, 2 de fevereiro de 2016.

 


BELEZAS NATURAIS E HISTÓRICAS


Alguns dias antes do Carnaval eu resolvi conhecer o tão falado paraíso de Morro de São Paulo, na Bahia. Depois de pegar um barco no porto de Salvador e conhecer um casal bem gente boa no trajeto, eu finalmente atraquei em Morro de São Paulo após uma hora e meia de viagem.

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América do Sul, Brasil, Teresópolis

PEDRA DO SINO | TERESÓPOLIS (RJ)

 

Teresópolis, terça-feira, 29 de dezembro de 2015.

 

A Pedra do Sino é o ponto mais alto do estado do Rio de Janeiro (2.275 metros de altitude) e fica no Parque Nacional Serra dos Órgãos (PARNASO), no município de Teresópolis – a mais ou menos duas horas da capital fluminense. É possível ir de ônibus, a partir da Rodoviária Novo Rio, ou de carro. A última opção tem lá suas vantagens porque você perde menos tempo de caminhada, uma vez que é possível estacionar bem próximo ao início da trilha de 11 km que também faz parte da Travessia Petrópolis-Teresópolis.

Subir a Pedra do Sino foi ideia do meu amigo Fabricio que queria encerrar o ano de 2015 de forma “radical” e, de quebra, relembrar um pouco a altitude que experimentamos no Peru em 2013. Devido ao tempo inconstante, resolvemos que não compraríamos os ingressos pelo site, mas apenas quando chegássemos à entrada do parque (causando um pequeno “engarrafamento” na fila, diga-se de passagem).

Começamos a caminhar por volta das 11h da manhã e de cara confirmamos o que muitos já haviam dito: a trilha é um pouco pior na primeira hora. De uma forma geral a trilha é leve e bem marcada, porém muito longa (sem dúvida a mais longa que fiz até o momento), então não convém levar peso desnecessário caso você tenha o mínimo de apreço por suas costas… Ah, e um anestésico pode ser bem-vindo lá em cima!

Depois de mais ou menos uma hora de subida, chegamos à cachoeira Véu da Noiva. Como estávamos subindo um pouco tarde e queríamos otimizar a andança, não nos detivemos muito tempo na cascada, deixamos para a volta. O sol vinha de tempos em tempos aquecer a caminhada, mas eventualmente o vento forte nos fazia sentir mais frio que calor em pleno mês de dezembro. Um casal de alemães (como viajam esses alemães!) nos acompanhou em uma das muitas paradas pelo caminho. Eles tinham que subir rápido pois desceriam no mesmo dia, então a conversa foi breve. Todas as pessoas que faziam o caminho inverso diziam a mesma frase animadora: “Ainda falta muito!” E faltava mesmo!

Depois de umas duas horas chegamos a uma outra cachoeira. Mais modesta que a do Véu da Noiva, é mais uma opção de hidratação para viajantes sedentos. Um certo tempo depois adentramos uma simpática e convidativa clareira que viríamos a descobrir depois que era onde ficava instalado o antigo Abrigo 3. Essa mesma clareira possui uma trilha que leva a um mirante que não chegamos a conhecer. Com as costas doendo por causa do peso da bagagem, decidimos que o lugar merecia uma parada mais prolongada.

Com a companhia de Eddie Vedder cantando no único celular que ainda tinha um pouco de bateria, cruzamos com muita gente descendo: famílias inteiras, crianças, idosos, um maluco que gritou “Aê, Pearl Jam! Fui no show!”, até um grupo religioso! Depois de cinco horas e alguns minutos de cansaço, finalmente avistamos o teto do Abrigo 4.

E o tempo?! Ah, o tempo estava uma maravilha! Quase que completamente fechado… Conhecemos um gente boa de Manaus e mais uma galera no abrigo. Não pudemos tomar banho, porque esquecemos os comprovantes no carro e demos uma boa negociada para usar a cozinha… À noite a temperatura cai drasticamente e o vento forte batendo nas árvores dava a sensação que dormíamos na beira de uma praia. Apesar do tempo ruim, a aventura valeu a pena!

 


DICAS 


Não levar muito peso, pois apesar de leve, a trilha é longa.
Sempre levar uma roupa de frio
Preferir ficar no abrigo em vez de acampar.
Leve um carregador portátil, pois não há tomadas no abrigo.

 

Andarilho

Música, Road Music, Wanderlists

St. Jude | Florence + The Machine

(Florence Welch)

Another conversation with no destination
Another battle, never won
Each side is a loser
So who cares who fired the gun?

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América do Sul, Chile, San Pedro de Atacama

ATACAMA: DUNA MAYOR,  ANFITEATRO E TRES MARÍAS

 

 

San Pedro de Atacama, quinta-feira, 26 de novembro de 2015 (3° dia).

 

A essa altura, depois do esforço feito para atravessar as cavernas, o soroche já tinha vindo com força total. Com certa dificuldade eu tentava acompanhar Juan, os portugueses e Daneri – peruana que veio tentar a vida no aquecido mercado turístico de San Pedro de Atacama – na subida de uma duna gigantesca conhecida como Gran Duna ou Duna Mayor. Do alto, é possível apreciar a magnitude de um conjunto de rochas conhecido como Anfiteatro. Impossível não ficar boquiaberto com a paisagem deslumbrante.

 

Tres Marias é o nome dado a crestas afiadas que brotam do solo e que são compostas por granito, argila, quartzo e outras pedras. Depois de sermos apresentados às famosas “Três Marias” pelo Juan, Gonçalo, o português mais atentado, observou que no entorno, além das três havia mais uma dezena de “Marías”.

 

Andarilho

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América do Sul, Chile, San Pedro de Atacama, Santiago

Chile 2015 | Impressões


AS PESSOAS


Chilenos são um pouco mais formais que seus pares peruanos, argentinos e uruguaios. Não chega ao ponto de serem chatos, mas durante a viagem vez ou outra eu senti um pouco de falta daquele “oba oba” típico dos latino-americanos. No geral são bem-educados, profissionais e bem receptivos aos turistas.

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Plaza de Armas de Santiago

CÂMBIO


No período em que estive no Chile (novembro de 2015), o real valia cerca de 200 pesos chilenos. Em Santiago o custo de vida é mais ou menos parecido com o do Rio de Janeiro, talvez um pouco mais caro em alguns setores, mas nada exorbitante. A Calle Agustinas é o paraíso das casas de câmbio na cidade. Em San Pedro de Atacama, por ser um lugar basicamente turístico, as coisas são normalmente mais caras – comer principalmente – mas nada que fuja da realidade. Mas não precisei fazer câmbio em San Pedro.

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Pesos chilenos

CLIMA


Santiago é bem fria à noite, vá bem equipado. Fui preparado para encarar temperaturas exorbitantes no deserto do Atacama, mas felizmente, não achei nada que já não conhecesse no tórrido verão carioca. Claro, muito mais aridez e poeira, mas sem “perrengues”. Alguns passeios em San Pedro chegam a quase 5.000 metros de altitude, então é bom carregar um comprimido para mal de altitude. Comprei um chamado Mareamin em uma farmácia perto do albergue em Santiago.

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Geysers del Tatio, San Pedro de Atacama

TRANSPORTE


Os meios de transporte no Chile funcionam muito bem. Táxis, ônibus e metrôs são eficientes em Santiago. Em San Pedro o transporte basicamente se resume a bicicletas (muito bem-vindas!) e os transfers igualmente eficientes feitos pelas agências de turismo. Voltando de Santiago perdi meu voo por questão de minutos. Eles são pontuais e bem chatos com voos internacionais.

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Aeroporto Internacional de Santiago

GASTRONOMIA


Pisco! No Chile bebi todos os piscos sours que não havia perdido no Peru (Risos). A “caipirinha” deles é tão boa quanto a nossa. Não comi nada muito típico do Chile, mas os sanduíches costumam ser bons nos restaurantes. A comida de rua deixa um pouco a desejar em comparação com outros países. Bem sem graça… Com exceção para as empanadas! As empanadas chilenas, sejam fritas ou assadas, também são ótimas!

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Lomo a lo Pobre

VIDA NOTURNA


Por opção eu não me permiti uma vida noturna muito agitada em Santiago. Na única noite em que fiquei na cidade (uma terça-feira) me limitei a procurar lugares para comer nos arredores. Já em San Pedro, qualquer oportunidade para interagir foi devidamente aproveitada nos restaurantes-bares Gord2 e Barros, nos albergues vizinhos e em reuniões inusitadas no meio do deserto à noite… Uma loucura!

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Entrada do Restaurante Barros, San Pedro de Atacama

ATRAÇÕES TURÍSTICAS


Santiago possui boas opções de entretenimento, principalmente culturais e ao ar livre. Museus, mirantes, parques, centros culturais fazem da cidade uma boa opção turística, mas nada que se compare à maravilhosa San Pedro de Atacama. Ali, as possibilidades são quase infinitas: gêiseres, lagoas, salares, vulcões, ruínas, além de fauna e flora únicas. Tudo isso em um clima desértico de altitudes variadas. Monotonia zero!

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Laguna Tebinquinche, San Pedro de Atacama

Encerro os relatos sobre o Chile já saudoso do deserto… Foi uma experiência tão intensa quanto chegar à Machu Picchu, no meio das montanhas peruanas. Mas da próxima vez tentarei incluir a Ilha de Páscoa no roteiro!

Para ver os relatos completos sobre o Chile, clique AQUI!

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Abraços e boas trips!

 

América do Sul, Chile, San Pedro de Atacama

Salar de Tara | San Pedro de Atacama, Chile

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Chegada ao Salar de Tara em San Pedro de Atacama, Chile
San Pedro de Atacama, segunda-feira, 30 de novembro de 2015 (7° dia de viagem).

SALAR DE TARA


O Salar de Tara, como a maioria dos sítios na região de San Pedro, tem paisagens praticamente alienígenas. Alguns minutos depois dos Monjes de la Pacana avista-se ao longe as formações conhecidas como Catedrales de Tara, uma cadeia rochosa erodida pelo clima extremo. Ao fundo, e quase como uma espécie de prêmio, aparece o majestoso Salar de Tara. É com essa vista magnífica que nos preparamos para um almoço improvisado.

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América do Sul, Chile, San Pedro de Atacama

Los Monjes de la Pacana | San Pedro de Atacama, Chile

San Pedro de Atacama, domingo, 29 de novembro de 2015 (6°dia).

DIA DE DESCANSO


Pensando no resultado que teria a noite anterior, estrategicamente transferi meu tour do domingo para segunda-feira, elegendo o domingo como minha folga na viagem. Aproveitei para colocar as contas em dia, organizar a zona que estava meu quarto e comprar algumas coisas no minimercado próximo ao albergue.

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América do Sul, Chile, San Pedro de Atacama

ATACAMA: SOCAIRE

 

 

San Pedro de Atacama, sábado, 28 de novembro de
2015 (5°dia).

 

Depois de conhecermos
as incríveis lagunas, paramos alguns minutos no pequeno povoado de Socaire, a
86 km de San Pedro. Uma pequena igreja e um campanário de argila chamam a
atenção dos turistas para o lugar que, aparentemente, ficou estacionado em
algum momento remoto do tempo.

 

Andarilho

 

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