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Ciclone Idai que atingiu sul da África pode ter matado mais de 1 mil em Moçambique

Depois de sobrevoar as áreas mais atingidas, o presidente do país classificou a destruição deixada pelo ciclone como um “verdadeiro desastre humanitário”

AFP

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Moçambique é nossa praia

As novelas são da Globo, a língua é portuguesa, e a comida tem mandioca e pimenta. Moçambique tem uma parte de Brasil e outras tantas de África

O Índico-piscina de Quirimbas, em Pemba, no norte do país
O Índico-piscina de Quirimbas, em Pemba, no norte do país (Franck Guiziou/Corbis)

“Gente, ela mora na África!” Perdi as contas de quantas vezes ouvi a frase cada vez que retornava ao Brasil para ver a família. Sim, eu vivi em Moçambique, o país africano banhado pelo Índico que fala português como o Brasil e, também como o Brasil, tem muitas praias e florestas – além de savanas, safáris e uma riqueza cultural notável. Moçambique se estende por uma área do tamanho dos estados de Minas Gerais e Paraná juntos e é habitado por 23 milhões de pessoas. O afeto pelo Brasil é grande: lá são exibidas novelas da Globo, o futebol (ainda) é apreciado, e Roberto Carlos, Daniel, Roberta Miranda e Zeca Pagodinho são populares. Mas agora o nosso país marca presença também nos negócios, especialmente em setores como extração mineral e construção civil. Como em Angola, a descolonização nos anos 1970 foi sangrenta, seguida de uma guerra civil que matou 1 milhão de pessoas. A paz só foi assinada em 1992, inaugurando uma era de democracia e busca pelo desenvolvimento.

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Angola, Moçambique e Guiné Equatorial desceram no índice de Liberdade de Imprensa

Angola, Moçambique e Guiné Equatorial desceram na classificação elaborada pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) sobre a liberdade de imprensa no mundo, enquanto Cabo Verde, Guiné Bissau e Timor-Leste subiram.

Angola, Moçambique e Guiné Equatorial desceram no índice de Liberdade de Imprensa

De acordo com o relatório elaborado anualmente pela organização e divulgado hoje, o pior desempenho entre os membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) é o da Guiné Equatorial, que desceu três lugares, para 171.º, nos últimos 10 dos 180 países avaliados neste território – que não inclui São Tomé e Príncipe.

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