Archetypal Branding, Original Content

Arquétipo 07 | O Cara Comum

O Cara Comum também é conhecido como o bom companheiro, a garota média, o Zé Povinho, o homem comum, a moça da porta ao lado, o realista, o trabalhador, o cidadão sólido, o bom vizinho. Ajuda as pessoas a estarem bem assim como são.

Quando o arquétipo do Cara Comum está ativo em uma pessoa, ela usará roupas da classe trabalhadora ou outros trajes comuns (mesmo que tenha bastante dinheiro), falará de um modo coloquial e detestará todo o tipo de elitismo.

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Arquétipo 06 | O Mago

O Mago também é conhecido como visionário, catalisador, inovador, líder carismático, mediador, xamã, agente de cura ou curandeiro. Ajuda as pessoas a influírem na transformação.

Quando o arquétipo do Mago está ativo nos indivíduos, eles são catalisadores da mudança. Os Magos são motivados pelo desejo de transformação pessoal e pela oportunidade de mudar as pessoas, as organizações e a época. Eles apreciarão se você lhes oferecer experiências transformadoras, mas o maior lucro surge quando você consegue ajudar um cliente a aperfeiçoar a si mesmo.

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Archetypal Branding

Arquétipo 05 | O Fora da Lei

O Fora da Lei é conhecido como o rebelde, o revolucionário, o vilão, o selvagem, o desajustado, o inimigo, ou o iconoclasta. Ajuda as pessoas a quebrarem regras.

O Fora da lei tem a sedução do fruto proibido. Ele contém em si as qualidades sombrias da cultura, ou seja, as qualidades que a sociedade desdenha e negligencia. Este arquétipo libera as paixões reprimidas da sociedade. Quando a consciência do Fora da lei está presente, as pessoas têm uma percepção mais aguda dos limites que a civilização impõe à expressão humana.

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Archetypal Branding | Gestão Arquetípica de Marcas

Em 1991, Carol Pearson publicou uma obra relacionada ao inconsciente coletivo e arquétipos. Foi no livro O Despertar do Herói Interior que Pearson, depois de anos de estudos tendo como principal fonte de referência os trabalhos de Jung, apresentou para o mundo os chamados 12 arquétipos, decorrentes de uma análise de âmbito psicológico. Em O Herói e o Fora-da-Lei, de 2001, a autora apresentou com Margaret Mark o conceito de Gestão de Significado da Marca ou Archetypal Branding:

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