Archetypal Branding, Original Content

Arquétipo 07 | O Cara Comum

O Cara Comum também é conhecido como o bom companheiro, a garota média, o Zé Povinho, o homem comum, a moça da porta ao lado, o realista, o trabalhador, o cidadão sólido, o bom vizinho. Ajuda as pessoas a estarem bem assim como são.

Quando o arquétipo do Cara Comum está ativo em uma pessoa, ela usará roupas da classe trabalhadora ou outros trajes comuns (mesmo que tenha bastante dinheiro), falará de um modo coloquial e detestará todo o tipo de elitismo.

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Archetypal Branding, Original Content

Arquétipo 06 | O Mago

O Mago também é conhecido como visionário, catalisador, inovador, líder carismático, mediador, xamã, agente de cura ou curandeiro. Ajuda as pessoas a influírem na transformação.

Quando o arquétipo do Mago está ativo nos indivíduos, eles são catalisadores da mudança. Os Magos são motivados pelo desejo de transformação pessoal e pela oportunidade de mudar as pessoas, as organizações e a época. Eles apreciarão se você lhes oferecer experiências transformadoras, mas o maior lucro surge quando você consegue ajudar um cliente a aperfeiçoar a si mesmo.

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Archetypal Branding

Arquétipo 05 | O Fora da Lei

O Fora da Lei é conhecido como o rebelde, o revolucionário, o vilão, o selvagem, o desajustado, o inimigo, ou o iconoclasta. Ajuda as pessoas a quebrarem regras.

O Fora da lei tem a sedução do fruto proibido. Ele contém em si as qualidades sombrias da cultura, ou seja, as qualidades que a sociedade desdenha e negligencia. Este arquétipo libera as paixões reprimidas da sociedade. Quando a consciência do Fora da lei está presente, as pessoas têm uma percepção mais aguda dos limites que a civilização impõe à expressão humana.

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Notícias, Original Content

O Simbolismo de um Museu em Chamas

“Um povo sem o conhecimento da sua história, origem e cultura é como uma árvore sem raízes.” ― Marcus Garvey

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Foto: Futura Press/Folhapress.

 

Enquanto eu me mantinha distraído com minhas edições de fotos e vídeos em um domingo de céu estrelado e temperatura agradável, recebi de uma grande amiga que está do outro lado do Atlântico (mais precisamente em Lisboa) uma notícia que me pareceu completamente surreal: o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, estava ardendo em chamas!

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Foto: Tribuna.

 

Guardadas as devidas proporções, até porque não houve relatos de vítimas, foi como acompanhar em 2001, em tempo real, a queda das Torres Gêmeas de Nova Iorque. Meus olhos simplesmente não conseguiam acreditar naquilo!

O Museu Nacional fez parte da minha infância e certamente da infância de milhões de brasileiros. Vinha há semanas adiando uma visita com o meu filho, que só esteve lá uma vez quando ainda era muito pequeno para lembrar. O passeio à Quinta da Boa Vista, ainda que fosse perigoso em determinadas horas do dia (infelizmente, um lugar comum na cidade do Rio de Janeiro), faz parte da tradição de uma boa parte das famílias cariocas.

Chorei! Doeu ver tantas relíquias sendo simplesmente consumidas pelo fogo. E no meio da confusão comecei a teorizar sobre o que poderia ter acontecido. Teria o museu sido mais uma vítima de balões postos no ar por irresponsáveis? – infelizmente, outra prática comum no Rio… Poderia ter sido vandalizado por algum psicopata com facilidade devido à baixíssima segurança disponibilizada no local? Um curto circuito poderia justificar o início do incêndio que teria sido facilitado pela presença de materiais inflamáveis?

Eu não sei se acontece com todo mundo, mas eu costumo avaliar acontecimentos dessa magnitude a partir de perspectivas não muito convencionais. Sabemos que foi uma tragédia anunciada ocasionada por falta de verba e manutenção precária. Os prédios e monumentos históricos do estado do Rio estão sucateados há décadas, ignorados por governantes corruptos e incompetentes.

Maria Leopoldina, retrato por Joseph Kreutzinger, 1815.

 

Mas não é emblemático demais um prédio dessa importância pegar fogo no dia da assinatura da independência do país pela imperatriz Leopoldina? Sim, o grito de independência foi proclamado em São Paulo, por Dom Pedro I, cinco dias depois da assinatura do decreto de independência do Brasil naquele prédio, no dia 2 de setembro de 1822! E tudo o que historiadores e cientistas conseguiram desenvolver em 200 anos de história estava sendo consumido por um incêndio descomunal!

O sentimento no momento é de luto. O que vi pelas imagens das câmeras de TV e internet que registraram a tragédia, me pareceu como se tivessem acendido a pira funerária de um ente querido e tivessem esquecido de me avisar.

O fogo, assim como os outros três elementos básicos de acordo com os registros de culturas milenares, é atemporal e poderoso. O fogo, em várias dessas culturas, é ligado ao sol, considerado o princípio de tudo e ainda hoje é largamente utilizado em ritos de passagem, religiosos e cotidianos.

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Wikimedia Commons

 

O fogo queimando a cultura, as relíquias históricas, a herança de um país inteiro, não poderia ser a visão mais emblemática da era em que vivemos atualmente no Brasil e, principalmente, no Rio de Janeiro. Resultado do descaso de governos corruptos (não importa o partido) e de um judiciário que não tem como justificar o próprio aumento salarial enquanto a população pena para sobreviver, a perda do Museu Nacional será simbólica, sem sombra de dúvidas. Só nos resta saber em que direção seguirá esse símbolo.

Símbolo da alma, do espírito e da vida em uma visão espiritualista e esotérica, o fogo sempre será sinônimo de destruição, caso não possa ser controlado. Não é à toa que o seu domínio é considerado um presente dos deuses em diversas sociedades antigas (como no mito de Prometeu). Mas ainda na pior das hipóteses, sempre proporcionará a oportunidade de renovação, de renascimento (vide a Fênix mitológica).

A próxima data “comemorativa” e feriado nacional é o 7 de Setembro, na próxima sexta-feira. Independência… Será que não está na hora de declararmos independência da gente amadora e sem escrúpulos que dirige esse país? A mesma gente que joga a conta da má administração pública nas costas dos mais pobres?

Que deixa pessoas morrerem em hospitais precários com profissionais mal remunerados e exaustos, que já consideram cotidiano ver alguém agonizar enquanto passam tempo na bolha dos grupos de WhatsApp? Que desviam dinheiro da merenda de milhares de crianças que mal tem o que comer em casa? Que deixam sucatear instituições de ensino renomadas internacionalmente? Que mata DIARIAMENTE dezenas de inocentes numa guerra civil não declarada?

São as mesmas pessoas que, se não pecam pela ignorância demonstrada no decorrer da vida política, pecam por pura psicopatia, ao colocar interesses pessoais acima dos interesses da população. Foram essas pessoas que permitiram a destruição de nossa memória nacional. Não foram apenas documentos e objetos fossilizados, o fogo consumiu parte da nossa história!

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Alexandria incendiada, por Hermann Goll, 1876.

 

O fogo que consumiu mosteiros e bibliotecas antiquíssimos é o mesmo que reduziu à cinzas a nossa herança nacional. Uma afronta (há quem veja como castigo divino) a todo o conhecimento acumulado por gerações, um atentado à Ciência, às Artes, às Musas! (Essas cujas estátuas ainda resistem no que restou do museu, como testemunhas silenciosas de uma tragédia burra e evitável). Tudo destruído ano após ano por um  descaso descarado daqueles que supostamente deveriam proteger um legado de tamanha importância. A sensação que tenho é que estamos nos destruindo por dentro, sem retorno!

Não, as próximas eleições provavelmente não resolverão todos os problemas do Brasil.  Estamos longe disso. As “opções” que temos, como sempre, são as piores. Acreditar nisso é como acreditar que o museu algum dia será recuperado completamente. Otimismo vazio. Mas, assim como para o meu querido Museu Nacional, aos brasileiros não resta escolha a não ser renascer das próprias cinzas. Das cinzas da corrupção, do “jeitinho”, da impunidade, da burocracia, da falta de ética, da irresponsabilidade, dos extremismos, do amadorismo! Se soubermos realizar essa transmutação quase alquímica, erros como  esse dificilmente se repetirão. Caso contrário, queimemos o que resta dos nossos museus, bibliotecas e monumentos históricos, pois já não haverá história que valha a pena ser registrada.

Archetypal Branding

Arquétipo 04 | O Herói

O Herói também é conhecido como o guerreiro, o cruzado, o libertador, o super-herói, o soldado, o atleta vencedor, o matador de dragões, o competidor e o jogador de equipe. Ajuda as pessoas a agirem corajosamente.

Quando o arquétipo do Herói está ativo em uma pessoa, ela se fortalece com o desafio, se sente ultrajada pela injustiça e responde rápida e decisivamente à crise ou à oportunidade.

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Cultura, Original Content

MINIMALISMO: Que viagem é essa?

Uma filosofia de vida em que “menos é mais” (ou seria “menos, mas melhor”?).

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Imagem: LibreShot

 

Há alguns meses, zapeando pela Netflix em busca de algo interessante para assistir (indecisão não chega a ser um ponto fraco, mas já me convenci de que existe um prazer velado em passar mais tempo buscando algo para ver do que de fato assistindo…), acabei topando no trailer de Minimalismo, um documentário um tanto inspirador que retrata a vida de muitas pessoas que resolveram fazer do desapego sua filosofia de vida e suas mais diversas motivações:

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Archetypal Branding

Arquétipo 03 | O Sábio

O Sábio também é conhecido como especialista, erudito, detetive, oráculo, analista, conselheiro, filósofo, pesquisador, pensador, planejador, profissional, mentor, professor, contemplativo. Ajuda as pessoas a compreenderem o mundo em que vivem.

Quando o arquétipo do Sábio predomina no caráter do indivíduo, há constante motivação e interesse pelo aprendizado. Para o Sábio, o principal receio que pode ocorrer é o de ser enganado por informações irreais ou falsas, o que acarretaria uma má interpretação de situações.

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Archetypal Branding

Arquétipo 02 | O Explorador

O Explorador também é conhecido como buscador, aventureiro, iconoclasta, andarilho, individualista, peregrino, descobridor, anti-herói, rebelde. Ajuda as pessoas a manterem a independência.

Quando o arquétipo do Explorador está ativo no cliente, seu chamado é para explorar o mundo e, nesse processo, encontrar a si mesmo para poder saber quem ele é.

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Archetypal Branding

Arquétipo 01 | O Inocente

O arquétipo do Inocente também é conhecido como Poliana, utópico, tradicionalista, ingênuo, místico, santo, romântico, sonhador. Ajuda as pessoas a manterem ou renovarem a fé.

Quando o Inocente está ativo em uma pessoa, ela é atraída para a certeza, para ideias positivas e esperançosas, para imagens simples e nostálgicas, para promessa de resgate e redenção.

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Archetypal Branding

Archetypal Branding | Gestão Arquetípica de Marcas

Em 1991, Carol Pearson publicou uma obra relacionada ao inconsciente coletivo e arquétipos. Foi no livro O Despertar do Herói Interior que Pearson, depois de anos de estudos tendo como principal fonte de referência os trabalhos de Jung, apresentou para o mundo os chamados 12 arquétipos, decorrentes de uma análise de âmbito psicológico. Em O Herói e o Fora-da-Lei, de 2001, a autora apresentou com Margaret Mark o conceito de Gestão de Significado da Marca ou Archetypal Branding:

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Archetypal Branding

Archetypal Branding | Gestão de Marcas & Storytelling

Dando prosseguimento ao assunto, vocês certamente já ouviram falar em Gestão de Marcas, não é mesmo? Não?! E Branding? Ah, sim! São sinônimos… E Storytelling? Aquele lance de utilizar narrativas para envolver sua audiência?

Americanismos à parte, em vez de fazer um longo post escrito sobre isso, optei por utilizar uma pequena apresentação sobre esses temas e fazer um vídeo. [O áudio não está lá essas coisas então, desde já, me perdoem! Vamos trabalhar nisso! Risos]

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Archetypal Branding

Archetypal Branding | Introdução

Nas minhas últimas férias, no longínquo final de 2016, eu iniciei a leitura de um livro que seria um divisor de águas na minha vida de diversas maneiras. Na correria das férias e dos deslocamentos que fizemos entre a Espanha, Portugal e Marrocos, eu tirei um tempinho para começar a ler O Herói e o Fora-da-Lei, de Margaret Mark e Carol S. Pearson.

O Heroi e o Fora da Lei

 

Baseado nos trabalhos de Carl Gustav Jung, psicanalista suíço, e em algumas teorias do mitologista Joseph Campbell, o livro basicamente faz uma ponte entre as marcas de maior sucesso junto ao público com a utilização dos arquétipos universais conhecidos desde a antiguidade e popularizados durante o século XX por Jung.

O material é tão interessante que acabei utilizando o mesmo livro para compor o meu Trabalho de Conclusão de Curso do MBA. Devido ao tempo apertado, o trabalho não ficou lá essas coisas, mas continuei trabalhando no material e resolvi compartilhar algumas informações importantes para quem tem interesse em assuntos como Branding,  Marketing e Gestão do Significado de uma marca.

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Cultura, Música, Notícias, Original Content, Road Music, Wanderlists

A história por trás da road song “Me and Bobby McGee”, sucesso de Janis Joplin

Quem escuta os primeiros versos da música pode incorrer no erro de achar que trata-se apenas de uma canção-homenagem de beira de estrada gravada para algum ex-namorado. Mas a história não é bem essa…

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Janis em ensaio fotográfico para a capa do álbum “Pearl”

 

Originalmente interpretada pelo cantor country Roger Miller, antes de compor “Pearl“, o álbum póstumo de Janis Joplin, de 1971, “Me and Bobby McGee” foi gravada por diversos artistas: Grateful Dead, Kenny Rogers and The First Edition e o próprio autor da música, Kris Kristofferson, em seu álbum de estreia “Kristofferson”, de 1970.

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Évora, Europa, Portugal

Évora | Portugal

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Templo Romano de Évora

 

Évora, sábado, 12 de novembro de 2016 (17° dia).

  

 


“PEGA A A5 LISBOA!”


Acordamos cedo para ir até o aeroporto alugar o carro que nos levaria à cidade de Évora, a cerca de 1h de Lisboa. Já de mala e cuia, chegamos por volta das 7h30 da manhã na casa da Henriqueta, acordando não só ela, como a Bruna, sua amiga que mora em Londres e estava em Lisboa no fim de semana. Com Early in the Morning, do James Vincent McMorrow, na minha cabeça, pegamos a estrada em direção ao sul (ou seria ao oeste?).


ALMOÇO NO “GRUTA”


Chegamos de tardinha à Évora. Aproveitamos as indicações on-line e fomos conhecer o restaurante A Gruta. Simples, bacana e com um preço justo, o restaurante nos proporcionou o único feijão com arroz em quase vinte dias de viagem. Então, conforme esperado, caiu muito bem! Mas outras especialidades da casa são o bacalhau – que devido ao horário não encontramos nem o cheiro – (Eu confesso que não fazia questão…) e o frango assado.


CAPELA DOS OSSOS


Ao sairmos do restaurante, fomos conhecer a famosa Capela dos Ossos, construída por monges franciscanos inteiramente com ossos humanos. Foi uma experiência bizarra por um lado, mas bem válida por outro. Era como se fosse a porta de entrada para o palácio de Hades/Plutão, a morte como símbolo da nossa condição efêmera.

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Confesso que fiquei um pouco chocado com a visão de dois corpos em decomposição envidraçados para o “deleite” da audiência, mas me chocou ainda mais descobrir que há pouco tempo atrás eles ficavam pendurados no teto da capela… Tem que ter um pouco de estômago e não muitos problemas filosóficos com a morte.

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Nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos”, encontramos gravado no portal de entrada da capela. Construída na primeira metade do século XVII, fazendo parte da Igreja de São Francisco, é uma atração turística um pouco heterodoxa, mas vale os € 3,00 cobrados na entrada. O lugar conta também com exposições e exibições de obras de arte religiosa, mas nada consegue superar o impacto de entrar na “antessala de Hades”.


“OLHA A FACA!”


Ficou uma sensação estranha depois da Capela dos Ossos. Mas nada foi tão bizarro quanto escutar (a uma boa distância, diga-se de passagem) a Henriqueta e o Fabricio serem xingados pela velhinha vendedora de facas (Hahahaha). Eu demorei um tempo para entender o que estava acontecendo, mas aparentemente a velhinha tinha ficado p** da vida porque os dois não compraram nada, mesmo após a descoberta de uma paixão em comum (e incomum!) por facas (Ahn?!).

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O TEMPLO ROMANO DE ÉVORA


Cartão postal da cidade e, provavelmente, tão conhecido quanto a Capela dos Ossos, o Templo Romano de Évora é um dos mais grandiosos e bem conservados templos romanos de toda a Península Ibérica, tendo sido por isso considerado pela Unesco, em 1986, um Patrimônio da Humanidade.

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Chamado erroneamente de Templo de Diana e tendo sido construído no início do século I d.C. em estilo coríntio, este é um dos monumentos históricos mais importantes da cidade. Situado no largo Conde de Vila Flor, no centro histórico, fica perto de vários pontos de interesse como o Museu de Évora, a Biblioteca Pública, a Sé Catedral e o Jardim de Diana que proporciona uma vista espetacular da cidade e da planície alentejana ao redor.

 

DICA: Se você tem a intenção de beber ou comer algo perto do Templo de Évora, chegue cedo! Os lugares não costumam ficar abertos até tarde nos arredores.

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CATEDRAL/SÉ DE ÉVORA (BASÍLICA SÉ DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO)


Perto do Templo de Évora, fica a maior catedral medieval de Portugal. Conhecida por Catedral de Évora ou Sé de Évora, o seu verdadeiro nome é Basílica Sé de Nossa Senhora da Assunção. Construída inteiramente em granito e marcada pela transição do estilo românico para o estilo gótico, a catedral teve sua construção iniciada em 1186 e concluída apenas em 1250.

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Devido ao horário, não chegamos a conhece-la por dentro, mas futuramente é um programa interessante de ser feito, levando-se em conta que ela possui um Museu de Arte Sacra, além da possibilidade de subir ao terraço para ter uma vista completa da cidade.


CROMELEQUE DOS ALMENDRES


Depois de um dia um tanto excêntrico de visitação, não poderíamos encerrar de forma mais adequada do que visitando um sítio megalítico na Freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe, perto de Évora.

Assim como ao visitar alguns sítios arqueológicos no Peru, como Sacsayhuaman, Ollantaytambo e Tambomachay, visitar o Cromeleque de Almendres foi como participar de um dos episódios de “Alienígenas do Passado”, do History Channel.

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Alegadamente mais antigo do que o famoso Stonehenge, na Inglaterra, o conjunto arquitetônico do Cromeleque é formado por pedras em granito de tamanhos diversos (alguns gigantescos), dispostos em forma circular ou em elipse.

Herança pagã do período neolítico, presume-se que o Cromeleque, que é constituído por dois recintos distintos, tenha sido edificado entre o final do sexto e o terceiro milênio a.C., sendo um dos maiores e mais importantes monumentos megalíticos do mundo.

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Eu, como um grande apreciador desse tipo de programa, me sentia completamente à vontade em meio à natureza e aqueles resquícios de antiguidade. Em determinado momento, perto do pôr do sol e com a lua já apontando no horizonte, um casal de noruegueses, suecos ou algo do gênero, chegou para nos fazer companhia com seus dois filhos pequenos. Como já estava escurecendo, eles desceram da van praticamente correndo com as crianças e nesse momento alguém fez uma piada infame: “Estão atrasados para o horário do sacrifício pagão de uma das crianças”. A visita a Évora tinha nos deixado com o humor um pouco mórbido…

 


FIM DE NOITE NO BAIRRO ALTO


Apesar do frio e da chuva que tinha resolvido cair àquela noite, mantivemos o combinado com o meu amigo Leo, brasileiro e morador de Lisboa há mais de uma década, e fomos conhecer a famosa noite do Bairro Alto.

Essencialmente residencial durante o dia, o Bairro Alto, que fica na sétima colina de Lisboa (conhecida como a “Cidade das Sete Colinas”), ao entardecer revela seu lado boêmio.

Repleto de bares e restaurantes, o Bairro Alto é um prato cheio para os apreciadores de uma boa vida noturna. Como a maioria das ruas tem acesso restrito a veículos autorizados e residentes, pode-se aproveitar o bairro inteiro a pé tranquilamente.

Conforme combinado, encontramos com o Leo (que eu não via há anos) em um dos muitos bares e depois de um circuito de drinks fomos conhecer um dos famosos miradouros de Lisboa, o Miradouro de São Pedro de Alcântara.

De lá, o nosso guia Leo, nos levou para conhecer o charmosíssimo bar Pavilhão Chinês no bairro Príncipe Real, vizinho ao Bairro Alto. Tomamos apenas um café porque as coisas custavam os olhos da cara, mas o ambiente é tão descolado que vale certamente uma visita em épocas mais “abastadas”. Terminamos a noite em algum bar no próprio Príncipe Real, mas honestamente não me recordo o nome, afinal chegamos a perder a conta dos drinks na noite lisboeta…

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Em breve, mais relatos e dicas sobre Portugal!

 

Obrigado pela leitura e boas viagens!

 

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Cascais, Europa, Portugal

A Boca do Inferno | Cascais, Portugal

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Cascais, sexta-feira, 11 de novembro de 2016 (16° dia).

E VOLTAMOS PARA A BEIRA DO MAR


Acordamos com a esperança que o tempo estivesse melhor, mas nada feito. Nublado e com possibilidade de chuva. “Ok, vamos assim mesmo”. Depois de nos despedirmos da família do João, que estava indo viajar, tomamos um café no Esplanada/Bar Alcatruz, na costa de São João do Estoril, com uma visão incrível para o Forte de Santo António da Barra e do mar. De brinde ainda pudemos contemplar a visita de um cardume de golfinhos!

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Europa, Faro, Portugal

Uma “Ilha Deserta” em pleno Algarve? | Faro, Portugal

Estávamos em Faro, Portugal, apenas de passagem. Mas como bons mochileiros, não resistimos à tentação de conhecer uma tal de Ilha Deserta a 15 minutos (e 12 euros) de distância. Seria propaganda enganosa? Ao chegarmos lá encontraríamos 15.000 turistas poluindo as areias? Confira!

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Faro, quinta-feira, 10 de novembro de 2016 (15° dia de viagem).

 


CRUZANDO SUAVEMENTE A FRONTEIRA


Pegamos o autocarro da Alsa na Estação Plaza de Armas em Sevilha por volta das 9h da manhã (Já é bom eu começar a me acostumar com algumas palavras essencialmente portuguesas: autocarro = ônibus, comboio = trem, e por aí vai). Algumas horas depois, escutando a única estação portuguesa que o rádio do meu celular conseguia conectar, e levemente adormecido, abri os olhos no susto enquanto passávamos por uma ponte.

Eu não tinha certeza naquele momento, mas desconfiei que atravessávamos o Rio Guadiana na fronteira entre Espanha e Portugal. A confirmação veio logo em seguida ao avistarmos uma placa que nos dizia oficialmente que estávamos agora em território luso. Assim como na Espanha, as estradas portuguesas pareciam muito bem conservadas e foi fácil pegar no sono novamente.


DIMINUINDO O PESO


Ainda com o cheiro do Marrocos e da Andaluzia na alma, desembarcamos em um novo país. O dia ensolarado não fazia jus à temperatura, cuja brisa marinha matinal empurrava para baixo. E quais eram as informações que tínhamos sobre Faro ao descermos do autocarro? Que era a capital da região do Algarve e, supostamente, teria belas praias. Como ficaríamos apenas algumas horas antes de irmos para Lisboa, o roteiro poderia ser moldado conforme escolhêssemos.

Tomamos nosso pequeno almoço em uma cafeteria em frente à Estação de Comboios da cidade e deixamos as mochilas em um guarda volumes – que também aluga bikes – exatamente ao lado. Pela bagatela de € 7,5 poderíamos andar despreocupadamente pela cidade sem o peso das mochilas maiores (Eu achei caro, mas não haviam muitas opções).

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Centro e Marina de Faro

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Centro e Marina de Faro

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Marina de Faro

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Marina de Faro


EXPLORANDO A ILHA DESERTA


Como não tínhamos nada específico em mente com relação a conhecer o lugar, fomos passear perto da marina e logo fomos abordados pela Maria, da empresa Animaris, que tinha um passeio imperdível! (Eles sempre têm um passeio imperdível em lugares como este…). Não demorou muito e ela nos convenceu a fazer um tour com duração de quatro horas por uma tal de “Ilha Deserta” por € 12,5 (Seria propaganda enganosa? Ao chegarmos lá encontraríamos 15.000 turistas poluindo as areias?)

Depois de uns quinze minutos de barco, chegamos por volta das 12h30 à ilha, que aparentemente era habitada apenas por nós e um casal de velhinhos aventureiros. (É, estava realmente deserta, mas também era uma quinta-feira!). Fabricio, que se pudesse teria pego o próximo comboio direto para Lisboa, parecia um pouco mais animado!

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A Ilha Deserta, também conhecida como Ilha da Barreta, pertence ao Parque Natural da Ria Formosa, possui apenas um restaurante, o Estaminé, 11km de praia (apesar de as águas estarem gélidas comparadas aos padrões sul-americanos) e a possibilidade de apreciação da fauna local (borrelhos, garajaus, andorinhas do mar, chiretas). A areia é cheia de vida, abrigando várias espécies de moluscos: amêijoas, búzios e muitas outras conchas.

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O Estaminé é o único restaurante da ilha

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Tomamos um belo banho de mar gelado (demoramos uns dez minutos para conseguir entrar de fato) enquanto observávamos ao longe que não estávamos tão sozinhos quanto imaginávamos: um tubarão branco estava à espreita! (Ok, essa parte foi mera ficção, mas apesar do número de ataques ser praticamente nulo, sim, existem tubarões na costa portuguesa!). Mas o que observamos, na realidade foi um casal a uns 5 km de distância, decidindo se entravam ou não nas águas geladas do Atlântico Norte. 


O RETORNO DA DOENÇA DAS CONCHAS


Meu amigo Fabricio não é muito chegado a praias (a pessoa não faz jus à nacionalidade brasileira e é pobre em melanina). Tanto que a única praia em que nos aventuramos durante toda a viagem até o momento foi a Playa Malagueta, em Málaga. Nessa praia sofremos de uma patologia bizarra que consiste em não conseguir parar de catar pedras e conchas na beira do mar (!). Bem que tentamos nos conter, mas as conchas da Ilha Deserta eram tão imensas e variadas que passamos praticamente a tarde toda nessa colheita estranha… cuidado, isso pega! (Risos)

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Patologia das conchas

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CORRENDO PARA NÃO PERDER O BARCO


Havíamos combinado de voltar por volta das 16h. Como já passava das 14h, resolvemos parar de catar conchas e conhecer outras partes da ilha, o que deveria ser possível fazer em alguns minutos. Não se engane, o lugar é enorme!

Perdemos a entrada que leva até o caminho de pedestres que circula a ilha até a baía e, para encurtar caminho, tivemos que desbravar a região pelo lado mais selvagem e espinhoso (literalmente!). Mas a aventura valeu a pena (não sei se o Fabricio concorda) e no final acabamos por chegar faltando ainda quinze minutos para o barco sair. Foi o tempo de recuperarmos o fôlego e voltarmos a sentir um frio considerável.

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Extremo sul de Portugal


COMBOIOS DE PORTUGAL


De volta ao continente, almoçamos rapidamente no McDonald’s (nessa parte da viagem foi necessário começar a usar o cartão de crédito internacional, salve-se quem puder!) e compramos as passagens para o próximo comboio com destino à Lisboa. Portugal conta com uma rede ferroviária eficiente de norte a sul do país. Ainda que em alguns trajetos custe um pouco mais caro que os autocarros, o custo benefício costuma compensar. Eu, como não estava acostumado a tanta facilidade de locomoção, quase sempre optaria por viajar com os Comboios de Portugal se a diferença de preços fosse mínima. Em mais ou menos três horas, desembarcaríamos finalmente na capital.


O QUE NÃO CONHECEMOS, MAS PARECE VALER A PENA


Devidamente anotado para a próxima vez! 😉


CURIOSIDADES


  • A cidade, que já foi chamada de Ossónoba (Osson Êba) durante a colonização Fenícia em VIII a.C., após o governo de Said Ibn Harun na taifa de Santa Maria, no séc. XI, passa a designar-se Santa Maria Ibn Harun. Foi renomeada pelos portugueses, após a conquista de Dom Afonso III, por Santa Maria de Faaron ou Santa Maria de Faaram no século IX. Daí a origem do nome. Do séc. XVI a XVII o nome evoluiu para Farom , Faroo e Farão. O nome Faro surgiu no séc. XVIII e permaneceu até aos dias de hoje.
  • O Aeroporto de Faro, construído em 1965, é um dos mais movimentados de Portugal. A procura se justifica devido à proximidade de outras cidades costeiras do Algarve e da região da Andaluzia, na Espanha.

DICAS


  • Chegue cedo: o lugar é grande e pode-se levar o dia inteiro para conhecer todos os pontos de interesse.
  • Leve lanches rápidos: mesmo que resolva almoçar no único restaurante da ilha, é bom ter o que beliscar.
  • Leve água: sério que você não havia pensado nisso?!
  • Não esqueça o casaco no outono/inverno (talvez seja válido até em dias de calor): mesmo ao sol, os ventos marítimos são gélidos, principalmente ao entardecer.
  • E, claro, leve protetor solar, óculos escuros, uma canga/toalha, roupa de banho e jogue-se na água! Vale a pena.

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Esse é o primeiro post sobre nossa passagem por Portugal. Em breve, mais relatos e dicas sobre Lisboa, Estoril, Cascais, Sintra, Coimbra e Porto!

Obrigado pela leitura e boas viagens!

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América do Sul, Chile, San Pedro de Atacama

Pukará de Quitor | San Pedro de Atacama, Chile

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Mirador de Pukará de Quitor


San Pedro de Atacama, quinta-feira, 26 de novembro de 2015 (3° dia).

FECHANDO OS PASSEIOS COM ABEL


Ao acordar, conheci Abel, marido de Karyn e pai do tímido Moisés, o garotinho dos desenhos. Foi com ele que fechei meu roteiro em San Pedro de Atacama. Começaria com um tour gratuito de bike à Pukará de Quitor e às 16h conheceria o famoso Valle de la Luna.

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América do Sul, Original Content, Peru

PERU 2013 | IMPRESSÕES/CONCLUSÕES

AS PESSOAS

O povo peruano é, em geral, muito simpático! Principalmente onde o turismo é mais significativo, como em Cusco, são muito solícitos. Na capital, Lima, as pessoas são mais reservadas, mas estão longe de serem emburradas como em outras capitais (Buenos Aires, por exemplo). Em Cusco, devido à presença maciça de brasileiros, mesmo quem não fala bem o espanhol consegue se virar bem, pois os nativos se esforçam mais para se comunicar. Já em Lima a fala é mais rápida, carregada e eles não se importam muito se você não está acompanhando.

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América do Sul, Lima, Original Content, Peru

LIMA

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 Lima, quinta-feira, 27 de junho de 2013 (7° dia).


 

CASA DEL MOCHILERO

Chegamos a Lima bem cedo, antes das 10h da manhã, que seria o nosso horário de check-in. Os dois hóspedes que ocupavam o nosso quarto ainda estavam terminando de arrumar as malas. O hostel Casa del Mochilero não é um suprassumo de conforto, mas ganha no custo- benefício e na localização. Nossa estadia em Lima seria breve, apenas uma noite, então fazíamos questão que fosse segura e econômica. O hostel fica no muito bem avaliado bairro de Miraflores, entre San Isidro e Barranco, o que nos proporcionou um mini tour interessante. Logo que chegamos fomos recebidos pela responsável (que não me recordo o nome, mas creio que se chamava María), que nos explicou o funcionamento do lugar, nos deu um mapa de Miraflores e indicou os principais pontos turísticos nos arredores.

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América do Sul, Machu Picchu, Original Content, Peru

Machu Picchu | Peru

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Aguas Calientes, quarta-feira, 26 de junho de 2013 (6° dia).


(QUASE) O PRIMEIRO ÔNIBUS…

O relógio tocou umas 4h30 da manhã. Depois de um banho rápido e um café digno no hostel, nos dirigimos até o ponto de venda das passagens para Machu Picchu (se não me engano, custou US$ 20,00 na época). Esperávamos encontrar o ponto vazio, mas já havia uma fila imensa! Aproveitamos para comprar alguns salgados em um mercadinho próximo e inserimos ilegalmente nos bolsos (não se pode consumir alimentos em Machu Picchu). Nosso ônibus foi o terceiro ou quarto a sair. Esse, provavelmente, é o horário de pico em Machu Picchu, a maioria dos viajantes quer ver o dia amanhecendo lá.

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Aguas Calientes, América do Sul, Original Content, Peru

AGUAS CALIENTES

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Aguas Calientes, terça-feira, 25 de junho de 2013 (5° DIA).


 

CAINDO NA ESTRADA…

Acordamos cedo neste dia, pois o trem da Peru Rail não sairia de Cusco, mas de uma cidade vizinha, Poroy. Até esse ponto fomos de ônibus e aproveitamos para tentar compensar o sono (pelo menos eu tentei, o Fabricio estava acordado tirando fotos, todas as fotos de estrada nesse trajeto são dele…). O dia estava frio e uma névoa pairava sobre as montanhas e campos próximos. Após mais ou menos uma hora de viagem, chegamos à estação da Peru Rail em Poroy.

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América do Sul, Cusco, Original Content, Peru

CUSCO: INTI RAYMI

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Festejos anuais do Inti Raymi em Sacsayhuamán

 

Cusco, segunda-feira, 24 de junho de 2013 (4° dia).


 

 

MARAS E MORAY

Neste dia reservamos a parte da manhã para conhecermos as ruínas de Maras e Moray e, se desse tempo, voltaríamos a Sacsayhuamán antes do Inti Raymi. Esse era o plano, mas simplesmente não tivemos uma manhã… Esgotados do dia anterior, acordamos quase na hora do almoço! Maras e Moray entrariam para a fila junto com Nazca, o Lago Titicaca e Tiahuanaco…

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América do Sul, Cusco, Original Content, Peru

Valle Sagrado | Cusco, Peru

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Ruínas de Pisac

 


Cusco, domingo, 23 de junho de 2013 (3° dia).

A ESPERA


Acordamos cedo conforme o planejado, tomamos um café breve e nos dirigimos para a agência de turismo. Lá fomos levados para uma das muitas praças de Cusco, a Plaza Regocijo, para aguardar a saída do micro-ônibus que nos levaria ao Vale Sagrado. Esperamos, pelo menos, 40 minutos até a agência se organizar com todos os turistas e motoristas etc. O guia da vez (infelizmente) não era o Juan Carlos e sinceramente, nem me recordo do nome do guia, mas sei que ele não era lá muito simpático… Ou simplesmente tínhamos nos acostumado com os gritos de “Grupo de Juan Carlos!”.

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América do Sul, Cusco, Original Content, Peru

O City Tour | Cusco, Peru

 

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Ruínas de Tambomachay

 


Cusco, sábado, 22 de junho de 2013 (2° dia).

COMPROMISSOS MATINAIS


Na manhã seguinte tínhamos algumas questões pra resolver: comprar as passagens pra Nazca e fechar o city tour. Tomamos um café rápido no hotel (bem honesto, mas eu não gostava de metade das coisas, então não comi muito) e nos colocamos a descer a montanha!

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América do Sul, Cusco, Original Content, Peru

Plaza de Armas e Arredores | Cusco, Peru

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Iglesia de la Companía

 


Cusco, sexta-feira, 21 de junho de 2013 (1° dia).

CHOQUE TÉRMICO, CHOQUE ATMOSFÉRICO, CHOQUE CULTURAL


Logo que desembarcamos em Cusco, no Aeroporto Internacional Alejandro Velasco Astete, fomos tomados por um frio descomunal! Tinha me esquecido que era o primeiro dia de inverno e estávamos a mais de dois mil metros de altitude. Com os casacos na mala, começou um bater de queixos que parecia não ter fim… E também foi o começo dos males de altitude, também conhecidos como soroche.

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